Horário de verão em 2025: governo esclarece decisão e impactos para o Brasil
Por Redação • Atualizado em 07 de dezembro de 2025
Após semanas de especulações nas redes sociais e em veículos de imprensa, o governo federal se pronunciou oficialmente sobre o horário de verão em 2025. A decisão foi clara: a medida não será retomada. Suspenso desde 2019, o horário de verão consistia em adiantar os relógios em uma hora, com o objetivo de reduzir o consumo de energia elétrica e aproveitar melhor a luz natural.
Por que o horário de verão foi suspenso
De acordo com o Ministério de Minas e Energia, estudos recentes mostraram que os ganhos energéticos da medida se tornaram irrelevantes diante das mudanças no perfil de consumo da população. O avanço de equipamentos eletrônicos, o uso intensivo de ar-condicionado e a maior demanda no período da tarde reduziram o impacto positivo que antes justificava a adoção da prática.
“O horário de verão cumpriu seu papel em décadas passadas, mas hoje não gera economia significativa. Pelo contrário, pode aumentar o consumo em horários críticos.” — Eng. Carlos Menezes, especialista em eficiência energética.
Impactos econômicos e sociais
Além da questão energética, o governo destacou os efeitos sociais da medida. Mudanças bruscas no relógio afetam o sono, a produtividade e até a saúde da população. Estudos apontam que a alteração pode gerar aumento de casos de estresse e problemas cardiovasculares em pessoas mais vulneráveis.
Consequências para setores produtivos
Empresários do comércio e do turismo defendem que o horário de verão favorecia o consumo e a movimentação econômica, já que ampliava o período de luz natural para atividades de lazer. No entanto, especialistas afirmam que os benefícios são pontuais e não compensam os impactos negativos sobre o sistema elétrico.
“O comércio se beneficiava, mas o custo para o sistema energético e para a saúde pública era maior. Precisamos pensar em soluções modernas e sustentáveis.” — Dra. Helena Moura, pesquisadora em políticas públicas.
Comparativo internacional
O Brasil não está sozinho nessa decisão. Países como Japão e Rússia também abandonaram o horário de verão após estudos mostrarem que os benefícios eram mínimos diante das mudanças no consumo energético. Já na União Europeia, há debates sobre a manutenção da prática, com alguns países defendendo sua extinção.
Tendências e perspectivas
Especialistas apontam que o futuro da gestão energética está em investimentos em fontes renováveis, modernização da rede elétrica e campanhas de conscientização sobre consumo responsável. O horário de verão, segundo eles, é uma solução do passado que não atende às demandas atuais.
Recomendações para empreendedores e profissionais
- Adotar práticas de eficiência energética em empresas e residências.
- Investir em tecnologias de automação para reduzir desperdícios.
- Planejar estratégias de consumo em horários de pico.
- Promover campanhas internas de conscientização sobre uso racional de energia.
Conclusão
A decisão do governo de não retomar o horário de verão em 2025 reforça a necessidade de buscar soluções modernas e sustentáveis para o setor energético. Mais do que ajustar os relógios, o desafio está em adaptar o consumo às novas realidades e investir em alternativas que garantam eficiência, economia e qualidade de vida para a população.
