Taylor Swift, bônus bilionários e a virada silenciosa na indústria do entretenimento
Enquanto muitos artistas celebram lucros, Taylor Swift decidiu compartilhar resultados. A escolha surpreendeu o mercado e colocou em xeque práticas tradicionais da indústria do entretenimento.
Gestão de pessoas como diferencial estratégico
A cantora atuou como uma CEO de grandes corporações, alinhando incentivos financeiros a metas de desempenho.
“Ela profissionalizou a lógica de turnês globais”, avalia o analista de negócios culturais Thiago Rangel.
Repercussão entre artistas e produtores
A decisão gerou pressão interna em grandes produtoras, onde equipes passaram a questionar modelos de remuneração.
Tendência para os próximos anos
Especialistas acreditam que bônus e participação nos lucros se tornarão mais comuns em grandes produções.
“O público cobra coerência entre discurso e prática”, destaca a pesquisadora Ana Beatriz Cunha.
Um legado que ultrapassa a música
Ao valorizar pessoas, Taylor Swift não apenas fez história — redefiniu o conceito de sucesso na economia criativa global.
