Novo dispositivo contra depressão pode ampliar acesso ao tratamento fora dos grandes centros
A autorização para uso doméstico de um dispositivo de estimulação cerebral contra a depressão pode ter impacto direto no acesso à saúde mental, especialmente em regiões com escassez de serviços especializados.
Para muitos pacientes, a dificuldade de deslocamento até clínicas é um dos principais obstáculos ao tratamento contínuo.
“A possibilidade de tratar em casa, com supervisão médica, pode reduzir desigualdades”, afirma a especialista em saúde pública Patrícia Nogueira.
O dispositivo foi pensado para ser utilizado de forma simples, com sessões regulares e orientação digital.
Apesar do otimismo, especialistas alertam que a tecnologia não substitui o acompanhamento profissional.
O consenso é que a inovação pode fortalecer a rede de cuidado, desde que integrada ao sistema de saúde.
