Linha do Tempo da Crise entre EUA, Europa e a Groenlândia
Donald Trump passa a defender publicamente que a Groenlândia é estratégica para a segurança dos Estados Unidos, citando interesses militares, minerais e geopolíticos no Ártico.
Trump afirma que a Dinamarca falhou em conter ameaças russas e reforça que a Groenlândia é “imprescindível para a segurança nacional e mundial”.
“Não há como voltar atrás.”
Emmanuel Macron envia mensagem direta a Trump dizendo estar alinhado em temas como Síria e Irã, mas questiona duramente a postura americana em relação à Groenlândia.
“Não entendo o que você está fazendo na Groenlândia.”
Macron propõe uma reunião do G7 em Paris, após o Fórum de Davos, sugerindo a presença de líderes da Ucrânia, Dinamarca, Rússia e Síria.
Trump publica capturas das mensagens privadas em sua rede social, expondo a conversa diplomática e ampliando a crise entre EUA e Europa.
Macron reage publicamente às ameaças de Trump e rejeita qualquer tipo de intimidação econômica.
“As ameaças de tarifas são inaceitáveis.”
A União Europeia convoca reunião extraordinária em Bruxelas para discutir retaliações comerciais e defesa da soberania da Dinamarca e da Groenlândia.
Trump associa a questão da Groenlândia a tarifas contra produtos europeus, incluindo vinhos e champanhes franceses.
Manifestações ocorrem na Dinamarca, Groenlândia e outros países europeus contra qualquer tentativa de controle americano.
“Greenland is not for sale.”
A crise aprofunda tensões transatlânticas, expõe fragilidades diplomáticas e coloca o Ártico no centro da disputa entre grandes potências.
